A Liberdade da Memória

Há poesia naquele corpo estirado e contorcido. Existe um verso naquele desespero dos famintos. Subtil engano das laranjeiras. Bebe-se o inqualificável gozo da existência única e irrepetível, Bebe-se até ao desconhecimento do Norte. Ali estou no Senta-Baixo carpindo flanelas do decoro, mísera estrada do outro desespero.

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