Vozes Perdidas



Vinde filhos de uma terra desconhecida vinde que o presente se perdeu.Neste grito nossa memória acontecida.Vinde filhos de uma terra sem promessa vinde pois.E o momento nos ilude a esperança. Vinde sorrir se couber sorriso.Momento luar e voo.Aqui estamos ,ritual e sonho descaso e arranjo.Vinde filhos da premissa vinde .E neste olhar desavindo sorrimos .Mistério de fé e desterro mistério de luz e desconcerto.Vinde filhos da premissa vinde como nunca.E as vozes do silêncio nos cativam.Sim pudera olhar o tempo sim pudera dorido sorrir.Vinde filhos da terra acontecer.E estamos voando pelos mares da interrogação.

1 de Setembro de 2017

Vozes Perdidas



Vinde filhos de uma terra desconhecida vinde que o presente se perdeu.Neste grito nossa memória acontecida.Vinde filhos de uma terra sem promessa vinde pois.E o momento nos ilude a esperança. Vinde sorrir se couber sorriso.Momento luar e voo.Aqui estamos ,ritual e sonho ,descaso e arranjo.Vinde filhos da premissa vinde .E neste olhar desavindo sorrimos .Mistério de fé e desterro, mistério de luz e desconcerto.Vinde filhos da premissa vinde como nunca.E as vozes do silêncio nos cativam.Sim, pudera olhar o tempo, sim pudera dorido sorrir.Vinde filhos da terra acontecer.E estamos voando pelos mares da interrogação.

2017

Vozes Perdidas




Em ti este silêncio.Em vós o grito.Sulcos voos e mareares.Estamos acontecidos como ninguém.Na caminhada viajamos heréticos.Sós tão sós refluímos.Houvera nosso silêncio houvera nossa voz .E numa tasca confluímos.Seja o voo margem dispersa.Em ti o silêncio descerra vidas,cruel margem.E acontecemos terra dispersa dos sonhos.Ó luares desavindos de mar e ausência.Em ti este silêncio em ti esta heresia.Voo e mar de voo. .Espera-me algures no vento aguarda-me,soubera viver acontecido e quisera sorrir amanhecido.Algures na terra descrente o voo.Simplesmente amanheço intranquilo.Vozes da noite vozes da ilusão.Estamos cativos de fé e desconcerto.Nossa lua siderada nossa voz confinada.E outros encantos marejam.Soubera viver neste desconcerto de fé e desalinho soubera pois voar.Que aléns nos reduzem à dor.Espera-me algures no ardor insuspeito da vida e desconcerto.Em ti este silêncio desconhecido em vós este voo.Esqueço o tempo esqueço o luar. .Soubera o enredo do voo conhecera o tempo.Insepulto descaminho.Nas alvas terras do destino caminho como nunca.Sublevantes mares.Estamos acontecidos como nunca.Servo descaminho serva vereda.Por nós o luar que desmerece a condição.Nossa vida ilude as terras nosso voo ascende a ternura.Em ti o silêncio nos diz acontecidos cruel mar cruel vento…Por ti a heresia nos prediz o voo


2017

Vozes Perdidas



Vinde filhos de uma terra desconhecida vinde que o presente se perdeu.Neste grito nossa memória acontecida.Vinde filhos de uma terra sem promessa vinde pois.E o momento nos ilude a esperança. Vinde sorrir se couber sorriso.Momento luar e voo.Aqui estamos ,ritual e sonho ,descaso e arranjo.Vinde filhos da premissa vinde .E neste olhar desavindo sorrimos .Mistério de fé e desterro, mistério de luz e desconcerto.Vinde filhos da premissa vinde como nunca.E as vozes do silêncio nos cativam.Sim, pudera olhar o tempo, sim, pudera dorido sorrir.Vinde filhos da terra acontecer.E estamos voando pelos mares da interrogação.

2017

A Liberdade da Memória

Há poesia naquele corpo estirado e contorcido. Existe um verso naquele desespero dos famintos. Subtil engano das laranjeiras. Bebe-se o inqualificável gozo da existência única e irrepetível, Bebe-se até ao desconhecimento do Norte. Ali estou no Senta-Baixo carpindo flanelas do decoro, mísera estrada do outro desespero.