Vozes

Entre Malanga(s) de Vidas


Estou desarvorado de verdades.
Uma aguardente de melaço atiça-me o destino de um cais,pronto.Miragem ? Quem conhece a miragem ? Flue um grito intempestivo de verdades acontecidas.Especula-se,aventa-se o destino da pátria entre guerras,fome e desacerto.E cá vai uma malanga de melaço.A xidanguana reave o país numa análise psicanalística.E caio de borco na madeira zinco .

Estou vivo no destino do cais.Silencio tempos.Amanheço algures na vida.Entre Chamanculo,,Berlengas ou então no Escondidinho.Refulge um bar embebido de vazio.Um café na Versalhes alivia-me o esconderijo.Defronte o Quartel General estira-me a ousadia.Sou um tempo destituido de senso.Estou desarvorado de quietismo no bairro social.Arre! Vai uma pipoca de desejos e sorrio entristecido.Soubera decifrar o enigma da vida.Viajante ermo da António Enes.E tudo conflue num refluxo de passos perdidos.Estou na onda de incertezas.Onde me escondo onde me esconderei nos magaiças estirados na calçada da wenela.? Estou uma terra perdida.Malangas do reencontro da história.

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