Memórias

Perdoa-me os silêncios de sangue, perdoa esta ausência. Algures meu amor foge-se. Nestes entretantos o nosso olhar. Perdidos ou confundidos, ausentes ou meramente fustigados, Nossa perenidade. Além do grito, além da rouquidão sem eco, a nossa viagem, eterna viagem pelos encantos da miséria. Voz dos oprimidos sem nome e muito menos significado. Este aqui estar, mera ilusão. Nosso caminho, descaminho. Vozes que se arrastam, vozes? Serão vozes ou o espirro da noite. Cabe o silêncio

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