Memórias

Amou o tempo e a solidão, amou os silêncios desavindos da noite. No ardente fogo a nossa esperança. Luz incerta, luz desperta da nossa viagem. Flue o tempo desavindo, fluem os sonhos despertos. Nesta angústia a nossa solidão. Vinde amor, vinde como nunca. Este o mistério do nosso desencontro. Vinde olhar a tempestade, aluí como nunca, suor, tremor e sonho. Que ilusão nos transcorre, suor e dispersão.

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