A Liberdade da Memória

Passei os limites da tolerância. O quarto está emboscado. Escuto emissoras.Chateado até ao rubor da alma. Existe? Que esteja cheio até aos destroços, estou sim! Guerra, matamos, mataremos X. Rendam-se, em Maluane houve um massacre. Um rastilho de nervos cantam a crispação, é uma dança de vozes cansadas. Flutua a BBC, a RM, a Moscovo e quejandos. O quarto está emboscado de mortes, mortos, estropiados, fuzilados e entes a fuzilar. ‘Tás contente mano? Um cigarro alumia o instante. Sufoco e ai que estupor!

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