A Liberdade da Memória

Servi qual servo nas madrugadas de Mapai, Maluane, Nyatsmbene, nas urdidas noites de Sitatonga e nas infernais dimensões de uma cela. Descansa em paz Mariane de olhos abertos fixos no céu das nossas invernias. Foi uma engatilhada surpresa. Um crepitar uma bomba. Levedam exportações Mariane mas sabes Mariane o Zimbabwe já não é a Rodésia de Rhodes, ficas contente então, não ficas? És um amor, mana! Quem sabe de ti? Consta em Magumeto já não pertenceres aos arredentários do B. I e é verdade. A República te esqueceu. Mariane de olhos abertos para o céu jaz numa vala comum p’ra que se consigne o verbo da inutilidade das causas e dos princípios.

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