Reflexões

Andarilho deste descompassado momento. Nesta reverenciada alegria o nosso perdão. Luares de sangue na cruel estrada do descaminho. Algures o rosto desavindo da terra e do sonho, algures o nosso silêncio. Por estas estradas o devaneio, sublime fosse o encanto, a hora mestra do nosso desvairo por demais consentido, fosse por nós de facto consentido. E desponta a lágrima por tortuosas veredas. Aqui estamos, interrogados e perplexos. Vereda de um sol cáustico e adverso. Fosse verdade o encanto e o sonho. Hora diversa e contraditória de mil razões de existir e ser.

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