Vozes Perdidas

Esta afronta de signos. Cruel fosse a margem do caminho. Cativo olhar de desespero e memória. Neste viaduto o nosso choro. Palavras que transcendem memórias. Órfã lucidez da estrada. No caminho a via se expande. Autores de um presente de merda. Houvera signos houvera memória. E onde estamos? Cruel fuga. Olhar insigne de um voo ao desconhecido. Nosso hermetismo da estrada nosso vazio de propósitos. Sim aqui no devaneio sorrio como nunca. Esta afronta de horas, ponteiros dispersos na loucura do descaminho. Livre fosse o eco do sonho.

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