vozes perdidas

Ecos de dor vencida.Ecos de um silêncio sem nome.Mucuinhane,Nesse troço requerido de autenticidade chora-se.Soubera eu o quê? Minto,finjo forma de escapar ao dilema da inexistência. Estou imerso de sope de madimua,exorcidio da negação. Fosse,ironizo o tiro fulgurante,a demanda da suspeita.Tudo nos redime a angústia. E lá vou eu.Sim aqui como além sonha-se.E quem me julgará ?Fissura deste grito:vida,vida!Nem a morte nos retira a densidade do espectáculo da ausência. Pudera amar-te!

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