vozes perdidas

Busco teu tempo edificado de argamassa.Sóbrios ou então ausentes para as verdades de outrem.Reluz o tempo na visceral água que nos acaricia a insegurança. De pé ,sustidos na chuva, amamos o vazio da casa.Houvera neste anoitecer o pé firme da ausência. Zandamela wé!A hora é adversa e nosso olhar vigia recantos,sons. Aqui estamos desavindos da hora tardia.A terra estremece num obus de destinos incertos.Caminhar,ir,correr,fugir.Eis o nosso tempo.Consignada seja a margem do silêncio e da angústia

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