Vozes Perdidas

Busco um tempo inexistente e presente.Busco uma alegria que seja genuína.Terras da conjura terras absurdas do tempo.Busco o silêncio que não o seja.Vidas, marremotos de indigência salpicada de sangue.E outros voos outras as recordações de sal lacerando.Aqui estar como nunca nos destroça a quietude.Fôra presente a esperança,o silêncio e a dor.Destroçados nesta inquietude que não tivera nome e muito menos razão de ser.Presentes sim como ninguém voamos.Terras adubadas de destroços terras silenciosas de enfado.Larve grito larve o horror que nos carcome.Busco o tempo busco a terra da liberdade,busco-a.E algures num recanto aflora.Pudera ser como nunca pudera ser como algures

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