Vozes Perdidas

Quero pensar o futuro no presente.Pensá-lo como um agiota do destino sem merecê-lo.Algures num impreciso voo a nossa existência é relativa.Estamos inquietos no cheiro da vida e dos sonhos.Simplesmente abandonados ao silêncio do riso .Fosse riso fosse,pudera.Estes limites de uma dor instransponível e solitária.Vivos como um embuste vivos como uma confissão malfadada.Terras incertas de savanas meu disperso mar.Algures nos subterrâneos da ilusão algures a nossa via predatória.Nosso voo nossa heresia.E aqui estamos aluindo por além.

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