Vozes Perdidas

As terras renascem como únicas.Estamos cativos ao voo como mero silêncio.Neste desvairo a lucidez nos povoa.Caminhantes de Moçambique “D”.Liberte-se o voo a outras vielas.Terra desavinda do sonho e da liturgia.Neste voo macerado a lucidez é árida como nunca.Por nós devassos ousemos dizer.E a vida escorre inquieta como nunca.Mero silêncio acontecido.Por algures o vento é único.

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