Algures o voo nos conduz .Sustenho a lua meu amor.

Algures o voo nos conduz .Sustenho a lua meu amor.
Caminhantes do desacerto.Trespasso a noite dispersa.
Vinde caminhantes do desconhecido vinde pois.Estamos desavindos a roteiros de negação.Vinde homens da terra vinde,caminhai. Vinde os sonhos aluir para além da tempestade,vinde.E a esteira do tempo nos conduz ao voo.Terras desavindas de mar ,terras ocultas .Ter-te é como sonho,ter-te como voo inquieto….Tochas assumem a noite tochas ardem o tempo.Aqui no algures a tempestade do voo,acolá a ternura do sonho.Meus amores do cansaço extremo,voo incerto da lonjura.Algures o voo nos conduz a algures.E sorrio perplexo à Vida.Terras viciadas de vazio .Ó rumor desacerto da miragem,vidas sim vidas que desconheço.Lanças de sangue,lanças descerradas. Aqui estou divagando por roteiros inespecíficos .Estrada de capim, árvores e voo. Ó luar de sonho,luar de vida.

.Espero a vida,espero o cansaço .Pelas estradas da vida amanheço.Sorrio desperto na terra,sorrio esquecido.
A voz nos conduz a territórios de ausência e miragem.
Suor vencido de extâse,suor vencido de caminhos.
Aqui na terra o sonho voa inconsistente.Estamos na estrada da vida.Vendemos a vida a sonhos desmerecidos O esboço da vida o esboço do sonho.No montinho de tomate veleja uma esperança.Sim aqui estou viajante das terras ocultas,aqui em espaço algum viajo.Que desterro da noite,que desterro da vida nos acontece.Margens do meu Zambeze margens dispersas da nossa ousadia e desterro.Amanheço algures num território absurdo.Ai estás como nunca meu amor desavindo.Numa estrada viajo algures,terra desavinda de um rosto.Amanheço algures ,suor vencido suor contido.

.Buscara a estrada da vida.Insepulto voo.Amanheço na estrada difusa de um rosto sem nome.Amanheço no extremo cansaço de um rosto.Insepulto voo,terra
insepulta da nossa oratória.Ardente seja o mistério da terra acontecida.Neste desacerto o nosso amor a nossa heresia.Por vós o sonho se dispersa acontecido ,cruel margem.Os olhos são cegos de ardor e vento,os olhos nos despem os signos da tempestade.Soubera eu viver com a multiplicidade ,soubera viver o tempo.
Na terra dispersa acompanhamos a vida de suor,a vida sentida nos escombros da ilusão.Está desesperada a esperança.Neste gotejar de esperança o sonho flue acontecido. Terras incertas,terras de lona ardida.Que voo que ardência,noite insuspeita de vida

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