Vozes Perdidas

Neste vento o sonho nos dilui.Terra de premissa e descaso.Algures o voo é intemporal.Somos os sobreviventes do tempo e da exaustão.Medre cada instante a lucidez.Nosso vento nosso mar.Aqui estamos num impreciso destino.Fustigados e inconsistentes clamamos destinos,perícias.Absorve-nos o sonho o mero sonho de uma estrada nua.Órfãos de um destino traçado a cal,ferro e água.Estamos vivos e ausentes como nunca.As palhotas de colmo e maticadas a sangue nos alçam a condição do desterro.Algures num impreciso vento percorro o tempo

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