Vozes Perdidas

Noutro desterro o nosso silêncio.Abraço-te o voo.Pudera olhar o tempo e a exaustão.Cansaços dispersos no grito.Neste mar o descasso.Ventos sibilando .Estamos na invernia do descaso ou da arritmia da ilusão.O voo é ténue senão mesmo absurdo.Luas incertas no silêncio.Vinde olhar o tempo desterrado.As terras se anunciam predispostas.Este amor lacera como a vida .Insepultos na cruel dança.Reféns da imprudência sacralizada.E houvera memória.Terra insubmissa de acácias.

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