Vozes Perdidas

Amei-te os tempos,divaguei.Estou uma terra dispersa.
Aconteço nas margens oprimidas de heresia.Luas que di-
vagam,estrelas absurdas de quietismo.E o silêncio descer-
rado de incontinência.Amo a estrada que desconheço,amo o
tempo da inocência.Houvera algures esse tempo,houvera algu-
res a ocasião ? Soubera responder ,soubera voar esquecido à
ternura das manhãs …Só este voo desconexo,só esta lucidez
espavorida.Amo o tempo disperso na lucidez.Sonhos meu amor,so-
nhos dispersos na autenticidade da heresia.Alvo seja o meu amor.Amei-te ó doravante corredor da lucidez.

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